
MISÉRIA DA CIÊNCIA
é um livro polêmico. Porque busca radicalizar o enfoque transdisciplinar sobre a história dos homens e a história das idéias dos homens. Porque ousa questionar o Logos da Razão Material e a Concepção Dicotômica de Mundo. Porque procura deslindar a razão patriarcal de mundo e evidenciar a aporia do racionalismo. Porque busca analisar a encruzilhada teórica que teria contribuído para fortalecer a lógica da separatividade (com base em Parmênides, Pitágoras e Aristóteles) em oposição à idéia de totalidade (de acordo com Heráclito, Platão e Sócrates). Porque procura entender os fundamentos da crise contemporânea e de suas dimensões intelectuais, morais e espirituais. E, ao fazê-lo, MISÉRIA DA CIÊNCIA chama a atenção para uma necessidade, cada vez mais urgente, de se questionar o materialismo e recuperar uma dimensão ontológica do mundo e das coisas...
QUANDO REALIDADE E PROFECIA SE ENTRELAÇAM
Quando se lê o livro MISÉRIA DA CIÊNCIA, é impossível deixar de estabelecer um paralelo entre a discussão teórico-filosófica que ele desenvolve e o conteúdo simbólico da chamada pedra da profecia. Esta pedra pode ser encontrada na região dos Quatro Cantos dos Estados Unidos (perto de Oraibi, no Arizona), datando do primeiro milênio antes de Cristo (aproximadamente 1150 A.C.). Segundo os índios Hopi, que são os guardiões da pedra da profecia, o mundo teria abandonado a via espiritual, enquanto fortalecia, progressivamente, o materialismo. E hoje, mais de três mil anos depois, profecia e realidade se confundem, já que o mundo estaria se defrontando com uma nova encruzilhada (negação da negação, segundo Hegel): materialismo ou reencontro com a via principal da humanidade? Dentro deste contexto, o racionalismo, que teria contribuído para exacerbar o materialismo, se encontraria num verdadeiro “beco sem saída” (aporia) e precisaria ser transcendido para que a humanidade possa se reencontrar. O caminho – quem sabe? – pode ser indicado pelo desenvolvimento de um maior equilíbrio entre razão, emoção, sentimento e intuição e pela reinstalação do primado de uma visão não dicotômica (e, portanto, não conflituosa) de mundo...
MISÉRIA DA CIÊNCIA é um livro polêmico, que pretende entender os fundamentos da crise contemporânea e de suas dimensões intelectuais, morais e espirituais pela releitura da história da filosofia.
LANÇAMENTO
Quando se lê o livro MISÉRIA DA CIÊNCIA, é impossível deixar de estabelecer um paralelo entre a discussão teórico-filosófica que ele desenvolve e o conteúdo simbólico da chamada pedra da profecia. Esta pedra pode ser encontrada na região dos Quatro Cantos dos Estados Unidos (perto de Oraibi, no Arizona), datando do primeiro milênio antes de Cristo (aproximadamente 1150 A.C.). Segundo os índios Hopi, que são os guardiões da pedra da profecia, o mundo teria abandonado a via espiritual, enquanto fortalecia, progressivamente, o materialismo. E hoje, mais de três mil anos depois, profecia e realidade se confundem, já que o mundo estaria se defrontando com uma nova encruzilhada (negação da negação, segundo Hegel): materialismo ou reencontro com a via principal da humanidade? Dentro deste contexto, o racionalismo, que teria contribuído para exacerbar o materialismo, se encontraria num verdadeiro “beco sem saída” (aporia) e precisaria ser transcendido para que a humanidade possa se reencontrar. O caminho – quem sabe? – pode ser indicado pelo desenvolvimento de um maior equilíbrio entre razão, emoção, sentimento e intuição e pela reinstalação do primado de uma visão não dicotômica (e, portanto, não conflituosa) de mundo...
MISÉRIA DA CIÊNCIA é um livro polêmico, que pretende entender os fundamentos da crise contemporânea e de suas dimensões intelectuais, morais e espirituais pela releitura da história da filosofia.
LANÇAMENTO
Dia 11 de maio, às 19 hs. no Carpe Diem - CLS 104 Bl. D s/n loja 1 – Tel. 33217891